Delegacia inaugurou nova sede, reforçou ações de investigação e destacou a importância da participação da comunidade no enfrentamento à criminalidade
Em entrevista concedida ao programa Conexão Itapuí, o delegado de Polícia Civil de Santo Antônio da Patrulha, Valdernei Tonete, fez um panorama das atividades desenvolvidas ao longo de 2025, destacando avanços estruturais, ações de investigação e a relação próxima com a comunidade.
O delegado ressaltou que um dos principais marcos do ano foi a mudança da delegacia para uma nova sede, localizada no centro da cidade. Segundo ele, o novo espaço trouxe melhores condições de trabalho para os policiais e mais conforto para a população que busca atendimento. “Hoje eu sinto que agora sim estamos trabalhando numa delegacia de polícia de verdade”, afirmou.
Nova estrutura e integração entre forças de segurança
Tonete também destacou a integração entre a Polícia Civil e a Brigada Militar, especialmente no atendimento a ocorrências em Santo Antônio da Patrulha e Caraá. Ele explicou que, apesar do efetivo reduzido, o trabalho conjunto tem permitido respostas rápidas às demandas mais graves. “A gente trabalha aqui numa perfeita integração e união com a Brigada Militar”, disse.
Entre os casos citados, o delegado lembrou a atuação da polícia no combate ao tráfico de drogas e a crimes de extorsão. Ele mencionou a prisão de um agiota que, segundo relatou, vinha causando medo na comunidade. “Nós conseguimos colocar esse cidadão atrás das grades e todos os comparsas”, afirmou.
Denúncias da comunidade e combate aos maus-tratos a animais
Outro ponto abordado foi o aumento de denúncias relacionadas a maus-tratos a animais. Tonete explicou que a Polícia Civil tem dado atenção especial a esse tipo de ocorrência, atuando inicialmente com orientação e, quando necessário, realizando prisões em flagrante. “Se for caso realmente de maus-tratos, eu faço o flagrante”, declarou.
Ao final da entrevista, o delegado reforçou a importância da colaboração da população, destacando que as denúncias anônimas ajudam no trabalho de investigação. “O que a gente pede da comunidade é que não se omitam”, concluiu.
Confira a entrevista na íntegra:
