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Projeto de monumento histórico e vale-alimentação pautam sessão da Câmara em Santo Antônio da Patrulha

por Maria Alice Ramos

Presidente da CCJ comenta repercussão de proposta aprovada com 11 votos favoráveis

Durante a 13ª Reunião Ordinária da Câmara de Vereadores de Santo Antônio da Patrulha, realizada nesta segunda-feira (27), foi apresentado o projeto do Monumento da História do município e aprovado o Projeto de Lei nº 176/2026, que institui vale-alimentação para vereadores. A proposta foi aprovada com 11 votos favoráveis e um contrário.

Na tribuna, o Instituto Histórico e Geográfico de Santo Antônio da Patrulha detalhou o projeto do monumento, que deverá ser construído na Avenida Borges de Medeiros, com o objetivo de preservar a memória e a trajetória histórica da cidade por meio de elementos simbólicos e placas informativas.

Proposta de valorização histórica

A apresentação foi conduzida pela presidente Maria Helena Gil Peixoto, que explicou que a iniciativa foi inspirada em referências locais, como a antiga casa de Pompílio Fonseca. O projeto conta com apoio de diferentes setores e de vereadores que destinaram emendas para viabilizar a obra.

Parlamentares se manifestaram sobre a proposta. O vereador Deco sugeriu a inclusão de uma réplica da carta-testamento de Getúlio Vargas, enquanto outros destacaram a importância da preservação da memória e da identidade do município.

Repercussão do vale-alimentação

Durante participação no espaço fixo da Câmara de Vereadores na Rádio Itapuí, às quartas-feiras, o vereador e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), André Selistre, comentou, nesta semana (29/4), a repercussão do projeto.

Segundo ele, a proposta foi encaminhada pela mesa diretora e também teve manifestação do vereador André Machado ao longo da tramitação. “A mesa diretora colocou em pauta, já veio um pedido até do próprio André Machado”, afirmou.

Selistre destacou que o projeto foi aprovado pela maioria dos parlamentares e atende aos critérios legais. “Se os vereadores, a maioria, for para aprovar, não tem problema, eu ajudo também. Foi aprovado com 12 vereadores, um foi ao contrário, não há problema nenhum, é o voto dele”, disse. “É uma coisa legal, pode não ser moral para algumas pessoas, mas a legalidade é integral”, completou.

O vereador também afirmou que o benefício deve entrar em vigor a partir de junho, com valor aproximado de R$ 600 por parlamentar, e ressaltou que a Câmara mantém estrutura enxuta. “A repercussão tem que dar, e que bom que estão atentos ao que o vereador está fazendo”, concluiu.

Com a aprovação em plenário, o projeto agora segue para o prefeito, que poderá sancionar ou vetar a proposta.

Confira a entrevista na íntegra:

Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal SAP

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